Salve a Natureza!


Projeto obrigará indústrias, hospitais e produtores rurais a criarem plano de manejo do lixo.
07/09/2007 - Às 10:30h - Fonte: OLHAR DIRETO

As indústrias, os hospitais e os produtores rurais terão de criar um plano de manejo do lixo e serão responsáveis pelos resíduos até o tratamento ou a reciclagem. Essa é a principal proposta do projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, assinado hoje (6) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo o projeto, os geradores de resíduos sólidos terão que adotar medidas de compensação ambiental e serão obrigados a promover ações de reciclagem que gerem renda para os catadores. A queima a céu aberto e o enterro direto do lixo, sem precauções especiais, também serão proibidos.

A proposta, a ser encaminhada ao Congresso, considera ilegal a importação de resíduos que possam prejudicar o meio ambiente. Caso seja aprovada pelos parlamentares, a proibição fará o Brasil se adequar à decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC), que em junho impediu a União Européia de vender pneus usados ao país, atendendo a reivindicação das autoridades brasileiras.

Presente à solenidade de assinatura do projeto, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que a nova política trará desenvolvimento social. “Além de diminuir os resíduos e fornecer maior proteção para a saúde pública e o meio ambiente, a proposta vai estimular a reciclagem e gerar renda para os catadores”, destacou.

De acordo com o texto do projeto, os serviços públicos de limpeza urbana terão que dar prioridade à contratação de cooperativas de catadores durante o manejo do lixo. O governo federal, os estados e os municípios poderão conceder crédito e incentivos fiscais a entidades dedicadas à reciclagem e ao tratamento dos resíduos.

Representante da Confederação Nacional dos Catadores, Luiz Henrique da Silva afirmou que o projeto representa uma conquista para a categoria, ao assegurar o acesso às políticas públicas. “Nossa relação com os gestores públicos nunca foi estável", ressaltou o catador. Ele acrescentou que o projeto "representa a garantia de que a gente não corre risco de voltar para o marco zero daqui a alguns anos”.

Atualmente, a regulamentação do tratamento e da destinação dos resíduos sólidos cabe aos municípios e ao Distrito Federal. Pelo projeto, eles continuarão a elaborar os planos de manejo, mas terão de obedecer às normas da futura lei.

Fonte: Site Olhar Direto de Notícias. www.olhardireto.com.br



Escrito por Decorliz às 16h47
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Caixas de Leite viram bolsas na Feira do Empreendedor
Oficina de artesanato com produtos reciclados capacitou vinte e duas mulheres
04/08/2007 - Às 11:50h - Fonte: SEBRAE

Néia Lopes - Agência Sebrae de Notícias

Cuiabá - Produzidas com caixa de leite, coador de papel e tecidos, as bolsas artesanais são tema de uma oficina de artesanato na Feira do Empreendedor em Cuiabá, MT, e estão fazendo sucesso. Cerca de 22 mulheres da Baixada Cuiabana já foram capacitadas. Greicy Keller Nogueira é uma das participantes da oficina. Ela é professora de artes do ensino fundamental no colégio municipal Ranulpho, no bairro Santa Isabel, na periferia da capital cuiabana.

A educadora conta que encontrou na atividade uma oportunidade de aumentar a renda familiar e ainda ensinar aos alunos uma recreação rentável que beneficia também o meio ambiente. “Ensinar a preservar o meio ambiente através de criação de produtos é uma forma de inclusão social”, ressalta.

A oficina está sendo ministrada pela professora de artesanato e reciclagem, Eliana Maria de Mello, que trabalha há dois anos com a produção de bolsas artesanais feitas de caixa de leite. A produção é uma exclusividade da artesã, que há dez anos desempenha trabalho com reciclagem na Baixada Cuiabana.

A próxima oficina desse tipo de artesanato será promovida na Feira do Empreendedor, no domingo (13), das 14h às 18h no Piso Sol – sala 1- do Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Além da oficina de artesanato com caixa de leite, a programação prevê vários cursos para despertar nos participantes o espírito empreendedor e uma oportunidade de gerar renda.

Serviço:
Sebrae em Mato Grosso – (65) 3648-1200 / 3623-0000
E-mail - feiradoempreendedor2005@mt.sebrae.com.br



Escrito por Decorliz às 16h46
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Embalagem longa-vida em telhados
uso de embalagem longa-vida como manta termo-isolante sob o telhado
Assessoria de Imprensa da UNICAMP

A embalagem Tetra Pak contém 75% de papel, 5% de alumínio e 20% de polietileno, o que a torna bastante semelhante ao Durafoil, a manta isolante que é usada sob telhados, principalmente de telhas de cimento-amianto, para controlar o calor, que pode chegar a 70 graus dentro das casas. Tanto é assim que a Tetra Pak informa que algumas empresas estão reciclando as embalagens para a produção de telhas baratas. Este material já está sendo vendido em alguns pontos, a um custo 40% inferior ao das telhas de cimento-amianto. Entre os distribuidores dessa nova telha estão a Ibaplac, (016) 243-1747; a Reciplac, (019) 3404-6151; a Ecofuturo, (019) 3227-4044 e a Ecoplac, (019) 3495-3419.

Quanto ao Durafoil, este material intercepta 95% da radiação solar, o que também evita o superaquecimento de residências. Experiências feitas pelo engenheiro civil Luis Otto Faber Schmutzier, pesquisador da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade de Campinas (Unicamp), comprovaram que a manta de Tetra Pak reflete os mesmos 95% de irradiação infra-vermelha do sol, o que reduz em até 9 graus a temperatura interna das casas. A diferença é que uma manta de 50 metros quadrados de Durafoil custa R$ 309,00 (preço ofertado no site www.clickobras.com.br), enquanto a embalagem usada de Tetra Pak tem custo bem menor. São necessárias, porém, 16 embalagens para montar 1 metro quadrado de manta, o que significa 800 embalagens para 50 metros quadrados e trabalho para abrir a embalagem e limpá-la dos resíduos de leite ou suco e ainda para construir a manta.

Há mais detalhes sobre o procedimento no Jornal da Unicamp de janeiro. O interesse da universidade é que a disponibilidade de embalagens usadas tipo longa-vida é de 6 bilhões de unidades-ano, o que daria para fazer 400 mil metros quadrados de isolante térmico, suficientes para 40 mil moradias. Unicamp, (0--19) 3788-5108; Tetra Pak, (0--11) 5501-3200. (L.R.S.Q.)



Escrito por Decorliz às 16h45
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Reciclar o Coco e preservar o Xaxim
Utilizando resíduos de coco verde como alternativa consciente
21/05/2007 - Às 11:50h - Fonte: RECICLOTECA

Cada vez mais buscamos levar o verde para dentro de nossas casas. É muito comum adquirirmos bromélias e orquídeas dentre os adornos mais belos e cobiçados. No entanto, na intenção de compormos um ambiente integrado à natureza, fazemos uso predatório de uma outra planta, o xaxim.

O xaxim que conhecemos é um conjunto de pequenas raízes emparelhadas formando um pedaço de "tronco" que pode ser comercializado no formato de vasos, placas ou estar desfibrado (o chamado "pó de xaxim").

De onde vem o xaxim

O xaxim (Dicksonia sellowiana), ou samambaia-açu, é uma samambaia que se assemelha a uma palmeira. Típica da Mata Atlântica, é considerada um verdadeiro fóssil vivo, existindo desde a pré-história. Outrora abundante na Serra do Mar desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, encontra-se ameaçada de extinção devido à sua extração indiscriminada.

Esta samambaia leva entre 50 e 100 anos para atingir um metro e hoje os espécimes com valor comercial estão localizados apenas em alguns trechos do estado de Santa Catarina.

A comercialização ilegal

Desde 24 de maio de 2001, o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), criou a resolução n. 278, que determina em seu Artigo 1 a proibição do corte e exploração dessa espécie ameaçada de extinção em populações naturais do bioma Mata Atlântica.

É comum encontrarmos até em grandes redes de supermercado vasos, placas, "palitos" e "pó" feitos de xaxim, sem que os comerciantes e consumidores se dêem conta de que desta forma estão estimulando um dano ambiental, além de cometerem um ato ilegal.

Alternativa com duplo efeito

Há três anos, está em atividade no Rio de Janeiro o projeto Coco Verde, que vem agregar duas ações importantes: a substituição do xaxim e a diminuição de resíduos do consumo da água de coco verde.

A empresa Coco Verde fornece coco a pontos de venda por toda a cidade. Após o consumo, a empresa coleta as cascas e as encaminha à reciclagem, resultando numa boa gama de artefatos, como vasos, placas, palitos, material de decoração, placas acústicas e térmicas.

A outra vantagem do projeto é a redução do grande volume de resíduos que precisaria ser destinado aos vazadouros da cidade. O consumo de coco vem aumentando no país: só na cidade do Rio de Janeiro foi constatado um consumo diário médio (inverno/verão) de 420 mil cocos. Se cada coco gera 1,5 kg de lixo, isso corresponde a 630 toneladas/dia.

Visite o site: http://www.cocoverderj.com.br
Fonte: RECICLOTECA - http://www.recicloteca.org.br



Escrito por Decorliz às 16h45
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A importância da reciclagem para o clima do planeta.
21/05/2007 - Às 10:00h

Os produtos alimentícios, materiais de embalagem e bens de consumo em geral consomem combustíveis fósseis e energia elétrica em seus ciclos de vida (durante a fabricação, o transporte etc.), aos quais estão sempre associadas emissões de gases de efeito estufa. Embora 93% do fornecimento de energia no Brasil seja feito por usinas hidrelétricas (que, se bem planejadas, não contribuem para o efeito estufa), os 7% restantes são gerados em termelétricas que utilizam combustíveis fósseis e emitem dióxido de carbono (CO2) e outros gases. A reciclagem deve ser vista como uma forte aliada para minimizar nossa influência nas mudanças climáticas, uma vez que permite a redução do uso de recursos naturais e evita as emissões associadas à fabricação das matérias-primas.

Como se dá o impacto da reciclagem

A reciclagem diminui a necessidade de exploração dos recursos naturais, "economiza" inúmeras etapas de produção e transporte (bens naturais, matérias-primas, materiais etc.) que geram emissões e contribuem para a mudança climática e reduz a disposição final, tanto de resíduos inertes (constituintes de embalagens como plástico, alumínio, aço, vidro etc.) quanto de restos de alimentos que, sendo biodegradáveis, também contribuem para o efeito estufa. No caso do alumínio, por exemplo, a reciclagem elimina uma etapa de alto consumo de energia: a transformação do minério em matéria-prima, diminuindo as emissões de gases.

Sua contribuição em números

Em todos os trabalhos de Avaliação de Ciclo de Vida que o CETEA realiza há mais de dez anos, o indicador ambiental de mudanças climáticas (aquecimento global devido às emissões de dióxido de
carbono e metano, por exemplo) é tratado profundamente.

Esse é o caso do comparativo da produção de uma tonelada de latas de alumínio a partir de latas recicladas e de alumínio primário. Considerando todo o ciclo de vida da lata, esse estudo constatou
que a reciclagem reduziu em aproximadamente 65% as emissões de metano e em torno de 80% as de dióxido de carbono.

Segundo dados do IBGE, o Brasil coleta 140 mil toneladas de "lixo" diariamente. Se assumirmos que cerca de 75% desse "lixo" (orgânicos + celulósicos) é fonte de carbono que poderia se biodegradar "totalmente", transformando-se em emissões de dióxido de carbono, teríamos algo em torno de 228 milhões de toneladas de CO2 por ano sendo emitidas devido ao desperdício de produtos, tanto de alimentos em função de manuseio inadequado quanto da não reciclagem de materiais como os celulósicos.

Fonte: Cempre - Cempre Informa - nº 92.



Escrito por Decorliz às 16h44
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A Maneira Correta de Reciclar Lâmpadas Fluorescentes
18/05/2007 - Às 08:05h

O que pouca gente sabe é o risco causado pela quebra de uma lâmpada fluorescente. Neste ato, diversos elementos químicos são liberados, dentre eles o perigoso vapor de mercúrio, causador de diversas doenças, e que pode levar à morte.

A Naturalis Brasil e a Operação "Papa-Lâmpadas" são a solução. A Naturalis é única possuidora de dispensa de licença outorgada pela Cetesb, na qual as empresas conscientes de suas responsabilidades com o meio ambiente e com a saúde pública, podem dar o correto destino a este perigoso agente poluidor.

O Papa lâmpadas é o único equipamento em uso no Brasil que atende as normas da ABNT - NBR 10.004 e O.S.H.A método NIOSH 6099. Montado sobre um tambor metálico de 200 litros, tem capacidade para descontaminar cerca de 900 unidades das fluorescentes tubulares e mais de 2500 das compactas.
Possui ainda triplo sistema de filtragem, sendo:
• um para bloquear o pó de fósforo;
• um para bloquear particulados de vidro de até 3 micras;
• outro para reter o mercúrio evitando a emissão atmosférica.

O Papa Lâmpadas teve ainda o resíduo gerado em sua Operação Papa Lâmpadas in Company, caracterizado por laudo do IPT/USP para atender à norma NBR 10.004 da ABNT, e foi considerado não perigoso da Classe II para resíduos sólidos. O laudo completo de caracterização encontra-se à disposição dos interessados, sob consulta.

Fonte: Cynthia Fior - FOREMAT



Escrito por Decorliz às 16h43
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Plantando Sementes
3ª reunião de empreendedoras é palco de cases de responsabilidade social
18/05/2007 - Às 09:00h - Por Honéia Vaz

Neste último dia 15, na CDL Cuiabá, com início às 19h, aconteceu a 3ª Reunião de empreendedoras da capital mato-grossense, dando continuidade às propostas para o Projeto Plantando Sementes, iniciado a partir da mobilização do Fórum de Empresários de Mato Grosso-Foremat.

Foram apresentadas experiências de ações sistematizadas e ongs atuantes, visando o máximo conhecimento de iniciativas na área de responsabilidade social que possam ser apoiadas pelo Plantando Sementes". Representantes do Girassol da Alegria, Creche Filantrópica Boa Vontade, Nossa Casa e Recitudo falaram da operacionalização, necessidades e desafios em seus campos de ação.

A Recitudo, empresa de coleta para reciclagem de papéis, alumínio, plástico e papelão é um case interessante na comprovação de que é possível unir responsabilidade social à geração de emprego e renda. "A coleta e venda de materiais para a reciclagem na Recitudo, promove geração de renda para
cerca de 400 famílias", atesta o empresário e proprietário da empresa,Odemir Careta Porto. O começo não foi fácil, enfatiza ele. "E ainda hoje enfrentamos dificuldades para que a sociedade entenda e comece a tratar seu lixo doméstico dentro da visão ambiental: separado por tipo de material de forma a ser encaminhado para a reciclagem", explica.

Mas, por meio de um trabalho de conscientização com zeladores e porteiros em aproximadamente 290 prédios e residenciais da capital mato-grossense, a Recitudo estabeleceu sua base de coleta em vários pontos. "Estas pessoas colaboram com a preservação ambiental, pois o que seria lixo e poderia
estar nos rios ou jogado no meio ambiente, passa ser material para reciclagem. E ainda aumentam sua renda, porque estes materiais que coletam são vendidos a Recitudo", aponta Odemir, acrescentando que o círculo virtuoso só se concretiza com conscientização aliada à geração de renda.

A Nossa Casa e a Creche Filantrópica Boa Vontade, apresentadas respectivamente por Eliana Gasparelo e Ana Luiza Zinézi são entidades filantrópicas de apoio à criança. No caso da Creche há um trabalho paralelo, desenvolvido pelo grupo Anjos em Ação com as mães das crianças. E a Nossa Casa trabalha especificamente com meninos entre 5 e 17 anos provenientes de lares desestruturados e vindos de situações de risco. Os garotos moram na entidade, onde contam com escola, alimentação e atividades como a informática.

O Girassol da Alegria, apresentada pela professora Dejanira Pirovani, promove diversas atividades de motivação e entretenimento com mães, crianças e internos de 5 entidades: Abrigo Bom Jesus (para idosos), Associação de Amigos da Criança com Câncer - AACC, Hospital do Câncer, Casa Transitória Irmã Dulce e Casa de Apoio à Família.

Outras ações, algumas nascidas a partir desta rede formada em torno do Plantando Sementes, vêm sendo desenvolvidas pelas participantes. A empresária Elizete Gasparoto abriu um espaço para ações e formas de reciclagem no site de sua empresa, a Decorliz, que também vem patrocinando cursos de aproveitamento de caixas, entre outros, para seus funcionários. A coleta seletiva também já é parte da rotina da organização.

A farmacêutica e empresária Márcia Fernandes colocou que sua empresa, a Farmácia Biológica, vem coletando embalagens dos medicamentos manipulados na Farmácia e encaminhando para reciclagem. A empresária e professora Sueli Barbosa dos Reis, da Escola Berçário Peninha Verde, relatou a experiência com a introdução de aulas e atividades de conscientização ambiental na Escola.

Foram apresentadas ainda as atividades do Instituto Memorial do Araés - IMAR, que dentre outras ações, atua na inclusão digital (Oficina Meta-Reciclagem) por meio da coleta de máquinas e partes de computadores inutilizados por empresas e pessoas, montagem e disponibilização de aulas para jovens do Bairro. O Projeto conta com 53 multiplicadores, no momento está atendendo 72 pessoas e oferecendo um curso de Software Livre no Laboratório de Informática da UFMT.

A consultora e mediadora da mesa, Cynthia Fior, ressaltou que a formação da rede de contatos para apoio e troca de experiências entre iniciativa privada e entidades atuantes no âmbito de responsabilidades social é uma das ferramentas mais importantes e que mais será trabalhada no Plantando Sementes.

A Reunião contou também com participação das empresárias Iracema de Brito Nunes (Papelaria Dunorte), Maria Lucia Alves de Almeida (Água Lebrinha) e Myrian Cantão Bezerra (Kotinha).Mais informações para participação do próximo encontro, com Ana Luíza, fone: 3322 4126.

Serviço:

Veja os contatos e conheça estas ações e projetos ao vivo:
*Girassol da Alegria: fone: 36272102 ; www.girassoldaalegria.org - girassol@girassoldaalegria.org;
(Responsável: Dejanira Pirovani)

*Recitudo: fone:33220744, endereço: Rua Pimenta Bueno, 712, Bairro Dom Aquino
(Responsável: Odemir Careta Porto)

*Reciclagem Decorliz: www.decorliz.com.br
(Responsável: Elizete Gasparoto)

*Nossa Casa: fone: 36614268
(Responsáveis: Eliana Gasparelo e Amábille Leite)

*Creche Filantrópica Boa Vontade: fone: 81179776


Release
Assessoria de Imprensa do Foremat
Honéia Vaz



Escrito por Decorliz às 16h38
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Revista Veja, edição 2024.

Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo.

VALE A PENA FAZER

Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo – e reciclável.

Lavar as embalagens para retirar os resíduos dos alimentos e dos produtos de higiene e limpeza.

NÃO VALE A PENA FAZER

Separar o lixo seco por tipo de material. As empresas e cooperativas farão uma nova triagem – estando o lixo organizado ou não.  

Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida. São medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.

O lixo especial

LÂMPADAS

O que fazer: separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente – elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.

Divulgação

BATERIAS

O que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares – as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.

Divulgação

CACOS DE VIDROS PLANOS
E DE ESPELHOS

O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias – e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.

Domingues

Os estragos do óleo de cozinha

O óleo de cozinha é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Eis o número:

1 LITRO de óleo de cozinha polui
1 MILHÃO DE LITROS de água  

Como reciclar: colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem (ver no site www.cempre.org.br )  

Destinos do óleo usado: fábricas de sabão e produção de biodiesel.

Pedro Rubens
 


As cidades que mais reciclam

Paulo Fridman/Corbis/Latin Stock

Os cinco municípios brasileiros onde a prefeitura faz chegar o serviço de coleta seletiva a 100% das residências, segundo um novo levantamento por amostragem no país:

Curitiba, uma das campeãs em reciclagem: a fórmula que deu certo lá inclui o uso de caminhões que recolhem apenas o lixo seco – sem nenhum resto orgânico. O resultado é que o lixo fica mais limpo e acaba vendido por um preço mais alto às indústrias de reciclagem. Isso ajuda a tornar o sistema de coleta seletiva em Curitiba mais barato (e viável) que o da maioria das cidades brasileiras.

1 Curitiba (Paraná)
2 Itabira (Minas Gerais)
3 Londrina (Paraná)
4 Santo André (São Paulo)
5 Santos (São Paulo)

Com reportagem de Flávia Pinho

 



Escrito por Decorliz às 16h34
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"Aquecimento Global"
Não podemos fechar os olhos para esse fenômeno

A atividade visa apresentar à sociedade, ao cidadão, ao consumidor, aos profissionais e aos líderes de todos os segmentos, um alerta sobre "Aquecimento Global", fenômeno que está levando o planeta em risco, cujos estudos científicos são catastróficos.

É muito importante que seja divulgado esse assunto para provocar sensibilização ao maior número de pessoas, para que cada um possa chegar ao processo de conscientização e mudança de atitude.

Sabemos que é de responsabilidade tanto do meio empresarial, de comunicação, educacional, assim como o meio político, e, principalmente, ações micro de cada cidadão, informar e contribuir para que haja uma mudança no estilo de vida das pessoas.

Objetivo:

A atividade é um trabalho voluntário e visa contribuir para a sensibilização do maior número de pessoas sobre as ações que podem ser feitas para diminuir o aumento do aquecimento da terra. Uma causa urgente. Trata-se de questão global. Esse interesse não é apenas político, deve ser uma questão moral. É a nossa capacidade de viver no planeta terra que está em risco. Na verdade, se não defendermos o planeta, ele vai se defender sozinho.

JAIR DONATO
Jornalista / Life Coach
Coordenador e orientador de eventos sobre consciência ecológica e ambiental
jairdomnato@gmail.com



Escrito por Decorliz às 16h32
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